Mais esclarecimentos sobre o HTLV

Olá pessoas!!

Navegando na net em busca de conteúdo para elaboração de um trabalho, encontrei as informações abaixo, em um site bastante confiável. A Dra. Achiléa Bittencourt é uma profissional bastante respeitada no meio. Suas informações sobre o HTLV são citadas em vários trabalhos acadêmicos. Ela é referência no assunto, por isso estou replicando aqui o texto do site com seus devidos créditos.

 

HTLV-I
Prevenção
Como é o tratamento para os portadores desta infecção?
Ainda não existe tratamento para curar esta infecção. Por enquanto, o paciente somente é tratado quando há alguma doença associada
Como controlar a transmissão vertical (de mãe para filho) desse vírus?
O Japão conseguiu reduzir a freqüência desta infecção em cerca de 80%, selecionando as gestantes soropositivas para o HTLV-I no pré-natal e recomendando que não amamentassem.
No Brasil, infelizmente, ainda não existe este controle, que deveria ser feito através da triagem sorológica para o HTLV-I no pré-natal e realizado nas cidades onde a sua freqüência é maior.
Considerando o elevado custo deste rastreamento sorológico, poderia ser adotada uma conduta alternativa. Poder-se-ia fazer a triagem apenas nas gestantes de risco, aquelas:
  1. provenientes de áreas com maior freqüência desta infecção no país, como é o caso da cidade de Salvador;
  2. imigrantes de áreas de elevada endemicidade, como as japonesas das ilhas do sudoeste do Japão ou suas descendentes;
  3. filhas de portadoras de HTLV-I;
  4. usuárias de drogas intravenosas;
  5. com passado sexual promíscuo;
  6. portadoras de HIV ou aidéticas;
  7. que receberam transfusão de sangue antes de novembro de 1993 ou em cidades onde não havia ou ainda não há bancos de sangue;
  8. portadoras de infecções que denunciem deficiência imunológica.
Quais são as recomendações aos portadores do HTLV-I?
  1. Mencionar sempre a sua condição de portador do HTLV-I quando, por qualquer motivo, procurar atendimento médico;
  2. Não doar sangue, sêmen, órgãos ou tecidos;
  3. Não compartilhar agulhas ou seringas;
  4. Não amamentar, caso tenha condições financeiras de dar alimentação artificial adequada ao filho;
  5. Usar preservativos (camisinha) nas relações sexuais, caso a parceira ou parceiro sejam sorologicamente negativos.
http://emedix.uol.com.br/doe/ped002_1i_htlv.php
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